6 de novembro de 2010

Monotonia Entrevista: @iBruuna



Na última semana, antes da reforma do nosso blog, entrevistamos a blogueira e moça do twitter @iBruuna. Para um trabalho do meu curso universitário, a entrevistamos sobre os benefícios de se escrever à mão, um velho hábito que veio sendo perdido ao longo dos tempos.
Em uma conversa descontraída e animada, Bruna nos fez diversas revelações sobre o hábito de escrever. Confira, agora, a primeira entrevista da nova fase do “Monotonia Diária”!

Monotonia Diária: Você tem o hábito de escrever à mão?
@iBruuna:  Eu prefiro o computador pelo fato de que um trabalho digitado além de ser exigência de muitos professores é aparentemente mais organizado.

M.D: hm... Mas vc escreve pra um blog, onde, na maioria das vezes você escreve seus sentimentos, neste você também escolhe o computador pra escrever?
@iBruuna: Escolho sim já que a internet é um meio mais acessível para que eu possa escrever para "meus leitores" e escrever direto do computador facilita, e muito, isso. (risos) É diferente de escrever em uma agenda (coisa que eu não tenho). Toda vez que eu penso em escrever algo, já corro pro computador.

M.D: Isso levanta uma questão, muitas meninas tiveram ou tem uma agenda ou um diário para escrever. Esse hábito está se perdendo... O que você acha disso, depois de saber dos benefícios de escrever à mão? Seria falta de informação dos benefícios ou a internet está tomando esse hábito?
@iBruuna:  É fato que esse hábito de escrever seus sentimentos na agenda está sendo deixado de lado justamente por conta do advento da internet. As meninas trocaram o diário pelo Blog; a boneca pelos jogos de meninas e o esconde-esconde pelo bate-papo virtual.


M.D: Mas sua letra é bonita ou você já passou por algum constrangimento por causa dela?
@iBruuna:  Minha letra é regular. Sempre entenderam ela apesar de não ser lá esses exemplos de caligrafia, não acho que ela seja feia não.

M.D: E por falar em caligrafia, você já a fez alguma vez?
@iBruuna:  Só quando pequena na alfabetização. Era um caderninho com as letras e a gente tentava "imitar". Nunca consegui fazer o "S" maiúsculo da caligrafia. Era complicado. Até hoje não sei fazer (risos)

M.D: Mas e agora que você conhece mais os benefícios de escrever à mão, pretende ter mais esse hábito ou vai continuar preferindo o computador na maioria das vezes?
@iBruuna:  Olha, o hábito é uma coisa muito difícil de deixar de lado. Mas como toda boa aprendiz, pretendo colocar em prática esse ensinamento de hoje. Eu realmente perdi o costume de escrever à mão e acredito que não estou só nessa.

"-Tou me achando sendo entrevistada assim (muitos risos). Tou me sentindo uma celebridade. Voltemos à entrevista"
"-Mas você é uma celebridade, môzinha!(risos)"

M.D: Pode deixar, amor, acabamos por hoje! Muito obrigado!
@iBruuna: Obrigado, jornalista! *-*

Conheça o blog da nossa entrevistada:
http://alemdo-queseve.blogspot.com/

Também o seu twitter:
http://twitter.com/iBruuna/

3 de novembro de 2010

Monotonia pergunta...


Estou pedindo a sua ajuda! Sim, caro leitor, estou a fazer um trabalho de faculdade e preciso de sua opinião!
Aqui do lado temos uma enquete fresquinha que fechará suas opções no próximo dia 15 às 00:00. Esta quer saber se você acha que a mídia influenciou no resultado das eleições. Então é isso!
Votem! É importante para mim.
Ah! Se quiserem acrescentarem algum comentário sobre seu voto, pode ser por aqui mesmo!

Atenciosamente,
Roberto Araújo.

Professoras



A felicidade acomoda. Ela não sabe ensinar e nos deixa acomodados, como professores legais que nos dão as notas sem maiores trabalhos. A dor, essa sim é um a excelente professora. Ela é como um professor chato, mas que ensina o importante e não fica de brincadeiras e conversas com os alunos na hora das aulas. Se as aulas com a felicidade são mais divertidas e te ensinam diversas coisas, as aulas com a dor te faz aprender o que realmente importa, o que você vai levar para o resto da vida. É assim que é, é assim que tem que ser, foi assim que eu aprendi.

27 de outubro de 2010

Um pouco sobre como eu sei amar

Não consegui entrar na sociedade pós-moderna de relações efêmeras. Nasci para amar. Mesmo sem querer, eu só sei amar. Queria eu ter a sorte de não acreditar no amor. Mas eu não consigo. Por isso sofro tanto.
Quando alguém conversa e diz que o namoro acabou e o outro responde que “já deu o que tinha que dar” me fere. Não sou assim. Sou dos que lutam. Se passam promessas de amor eterno na TV e alguém faz careta em descrença, isso me fere. Não sou assim. Sou dos que lutam.
Pessoas que se comportam assim não lutariam por um amor que acabou. Pelo contrário de mim, que luto mesmo antes que este acabe. Se eu fosse do tipo prático e não do tipo que ama, eu acabaria os namoros nas primeiras noites em que o desejo não aparecesse. Nas primeiras semanas sem saudades ou demonstrações de carinho. Mas não sou prático. Eu só sei amar.
Quando tentam me arrastar, eu vou sem resistência, jogo todas as minhas fichas quando eu amo, não tenho medo de naufragar. Afundo cantando. Afundo sorrindo. Afundo chorando.
A vida passa cada dia mais rápido. O tempo, traiçoeiro, não nos espera um suspiro sequer. E num futuro distante, olharei pra trás e poderei dizer que eu soube amar. E não me arrependo disso.

25 de setembro de 2010

À meia luz




Apague essas luzes! Não quero que veja meus defeitos. Calma! Não precisa apagar tudo. Também não preciso esconder minhas qualidades. Acenda um abajur, velas ou até mesmo a deixe luz da janela passar por entre as cortinas de cores claras se for mais fácil assim. É assim que eu gosto. À meia luz. É assim que ficamos mais íntimos. Que precisamos ficar mais perto um do outro. É assim que precisamos aguçar nossos sentidos. É assim que sua pele fica mais macia, seu cheiro penetra melhor em minhas entranhas. É assim que escondo meus ossos e deixo minha alma despida. É assim que fico ao mesmo tempo vulnerável e protegido de seus olhos penetrantes como de um assassino premeditado. É assim que eu me entrego mais. É assim que te toco com mais prazer. É assim que vemos nossas sombras misturadas na parede de trás da cama. É assim que nos vemos apenas o bastante. É assim que faremos amor.

12 de setembro de 2010

Saudade e só.



Saudade é algo que carregamos conosco. Algumas temos de carregá-las sem opções de escolha. Algumas escolhemos tê-las. Saudade é algo que dói. Muitas vezes nós temos os nossos remédios mas nos negamos a tomá-los pelos motivos mais triviais possíveis: Orgulho, medo, desconfiança... Mas será que vale a pela? Vale mesmo a pena carregar consigo uma dor sem livrar-se dela de uma vez? Ou será que o melhor é jogar tudo para o alto, acreditar em quem se ama, em que te ama e ver que a verdade existe e não é um bicho de 7 cabeças. Umas 4 ou 5 talvez, mas ainda assim. Na vida nem tudo é fácil, e um bicho que quatro cabeças não é nada em relação aos monstros de uma cabeça só com os quais lhe damos todos os dias. O que nos resta é saber acreditar no amor e nas causas impossíveis, perdoar quando se tem o que perdoar, quebrar um pouco mais a barreira do orgulho, desembaçar as lentes dos seus óculos que ficaram manchadas com o vapor causado pelo calor de um momento e perceber quem te ama de verdade. Quem também sente saudades e daria uma vida para matá-la.

9 de agosto de 2010

Hoje



Revirando velhos cadernos, nem tão velhos assim, encontrei isso que escrevi no primeiro dia de julho deste ano. Impossível não lembrar de tal data. Gostei do que li e resolvi publicar aqui. Mesmo não sentindo mais o mesmo (eu acho). E assim diziam as tais palavras:

E hoje, depois de ontem, até o sol resolveu se esconder para que o céu pudesse chorar comigo.

 Roberto Araújo.

8 de agosto de 2010

O dia do Ato que tinha tudo pra dar certo



Dia desses em João Pessoa, na Parahyba, estudantes de comunicação de todo o país se reuniram para protestar contra a alienação da grande mídia que criminaliza o pobre, privando a voz daqueles que gritam por uma vida melhor.
O que mais questionamos no ato, gritamos nos carros de som era a humilhante condição em que nos impõem quando soltamos nossa voz para dizer o que pensamos. Somos tachados de vândalos por dizer o que pensa. Peguei essa luta com os braços e fui até o fim. Não sou vândalo, sou um brasileiro, um cidadão que vive num país livre e pode falar o que pensa. Mas soltei quando vi que eu estava andando com vândalos de verdade. Confesso. Foi vergonhoso para mim ver os prédios públicos do meu estado, aquele que eu pago os impostos por ele serem PICHADOS. São atos como esses que dão aos grandes a chance e a razão para dizer que somos vândalos.
O que ganhamos destruindo aquilo que pagamos para ter? Se eles roubam do nosso dinheiro ainda constroem e reformam. É NOSSO DINHEIRO que vai pagar as tintas que vão cobrir aquela palhaçada!!
E as árvores? O que elas fizeram? Talvez elas pensem tanto como quem as pichou. Ou foram alvo de inveja por pensarem mais.

15 de julho de 2010

Tormento




Não me procure mais. Por favor, eu te peço. Eu já esqueci você. Tá. Você e eu sabemos que é mentira, que não te esqueci. Mas estou tentando. Contra minha vontade eu estou tentando. Facilita pra mim, então? Você já foi pro outro lado do estado, ultrapassando, até, essa fronteira. Eu quero seguir em frente, então pare! Pare de ficar me visitando a noite. Pare de me fazer sorrir nos sonhos. Pare. Eu estou tentando fazer o que você pediu. Estou te deixando em paz. Mas por favor. Não invada mais o meu sono. Não aguento sonhar com você e acordar sozinho. Então pare com esse joguinho. Ou volta pra mim no mundo real ou não me visite mais em sonhos.

2 de julho de 2010

Brasileirismo



Não tirei minha camisa. Não quebrei o mastro da bandeira. Meu rosto ainda está pintado de verde e amarelo. Perdemos esse jogo? Sim. E de virada! Mas e daí? Não podemos dizer que não tentamos. Todos desacreditavam em Dunga mesmo! Fomos felizes até agora e Dunga veio surpreendendo cada vez mais. Mas e daí? A seleção foi linda o jogo todo. Você deixa de amar seu namorado no dia seguinte em que rompeu o relacionamento? E olha que digo isso por experiência própria. Quem sabe foi o fim que deu azar. Como fiz no Twitter “Não deixo de ser Brasileiro! Parabéns pela campanha até agora. Mesmo com essa derrota final. Dê um RT se ainda ama seu País.”
Então... Até 2014 Brasil! E Parabéns por ter chegado até aqui!